NSL DEDETIZAÇÃO, EXCELÊNCIA NO CONTROLE DE PRAGAS

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ARANHAS

BARATAS

ESCORPIÃO

BROCA DE MADEIRA

CUPIM DE SOLO

CUPIM DE MADEIRA SECA







CARAMUJO

CARUNCHO

CAMUNDONGO

CARRAPATO

FORMIGA

LACRAIA







MOSCA

MOSCA DE BANHEIRO

MOSQUITO

MORCEGO

PERCEVEJO

PULGA







POMBO

RATO DE TELHADO

RATAZANA

TRAÇA










Aranhas

Biologia da praga



As aranhas pertencem a mesma classe dos escorpiões, ácaros, lacrais, centopeias, dentre as quais destacamos a Araneida, a qual pertencem as aranhas. Calcula-se que haja atualmente 50.000 espécies distribuídas por quase 1.000 gêneros e 47 famílias. Certas espécies são extremamente férteis chegando a produzir de um a dois mil ovos por ano.

Todas as aranhas possuem glândulas produtoras de veneno, porém muito poucas são perigosas para os humanos.

As aranhas são animais peçonhentos e geralmente causam pavor em humanos e outros animais quando presentes. Apesar de serem importantes aliados do homem no combate às pragas, elas podem atacar quando provocadas, ocasionando picadas doloridas e algumas vezes fatais.

Se alimentam de insetos e pequenos vertebrados; vivem geralmente em ambientes tais como: jardins, gramados, porões e sótãos das casas, sob pedras e em outros locais onde haja acúmulo de telhas, caixotes velhos, madeiras e etc.

Medidas preventivas para o controle



  1. Manter limpos os jardins, aparando a vegetação excedente;
  2. Não plantar bananeiras próximas a residência;
  3. Em local muito arborizado, fechar portas e janelas ao anoitecer;
  4. Manter fechados armários e gavetas que se constituem em excelente local de abrigo;
  5. Examinar roupas e calçados antes de usá-los principalmente quando tenham ficados expostos ou espalhados pelo chão;
  6. Observar a presença de aranhas em objetos e móveis que tenham sido guardados por períodos prolongados em ambientes escuros.
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Baratas

Biologia da praga

Há quatro mil espécies no mundo e transmitem 38 tipos de doenças nocivas aos seres humanos.

Popularmente, as Baratas são consideradas portadoras de doenças causadas por disseminação mecânica de patogénicos diversos tais como esporos de fungos, bactérias, vírus, etc., nas pernas e corpo, adquiridas quando percorrem esgotos e lixeiras ou outros lugares contaminados.

Assim, certas bactérias, vírus ou fungos podem causar gastroenterites e surtos diarreicos, quando através das Baratas, sua saliva ou excrementos entram em contacto directo com alimentos ou utensílios de uso humano, como copos, talheres, bandejas, panelas, etc.

As doenças transmitidas podem ser: Peste bubônica (Pasteurella pestis), Disenteria (Shigella alkalescens), Infecções urinárias (Pseudo aeruginosa), Abcessos (staphylococcus aureus), Infecções intestinais (Salmonella anatis), Gastroenterites (Paracolobacterium aerogenoides, Salmonella morbificana).

Além disso, podem conter patogénicos dentro de seu corpo (como protozoários) que podem, eventualmente, causar doenças. São assim, por exemplo, hospedeiros intermediários de vários vermes que infestam mamíferos e aves. Galinhas, patos e outras aves que se alimentam de Baratas, podem infestar-se destes parasitas enquanto as devoram.

Os excrementos e pele resultantes de suas mudas podem provocar reacções alérgicas tais como o lacrimejamento, erupções cutâneas em pessoas mais sensíveis.

Estas evidências são suficientemente fortes para justificar o seu controle, pois a sua presença constitui uma ameaça para a saúde Humana, perda de imagem perante os Clientes, mal-estar dos funcionários, contaminação e deterioração de algumas mercadorias e alimentos.


Medidas preventivas para o controle

  1. Manter alimentos guardados em recipientes fechados. Guardar todos os alimentos em recipientes com tampas. Ex.: vidros e latas.
  2. Conservar armários e despensas fechados, sem resíduos de alimentos. Olhar cuidadosamente qualquer material antes de guardá-los (caixas, pacotes, etc).
  3. Verificar periodicamente, frestas e cantos de armários e paredes.
  4. Recolher restos de alimentos e qualquer outro tipo de lixo em recipientes adequados . Colocar o lixo em sacos plásticos bem fechados e pôr para a coleta pouco antes do lixeiro passar, preferencialmente em uma cesta para lixos alta e não no chão.
  5. Remover e não permitir que sejam amontoados : caixas de papelão e lixo em locais não apropriados.
  6. Manter caixas de gordura e galerias bem vedadas.
  7. Colocar tampas em ralos não sifonados.
  8. Colocar saquinhos de areia, daqueles que vendem em formato de cobra por exemplo, na parte inferior externa das portas.
  9. Manter bem calafetados as junções de revestimentos de paredes e pisos.
  10. Ficar atento com os tetos rebaixados.
  11. Limpar periodicamente a parte posterior de quadros ou painéis.
  12. Remover e destruir ootecas ( Ovos de baratas ).
  13. Excluir a prática de fazer pequenos lanches na mesa de trabalho, protegendo os teclados dos computadores das migalhas de pão, biscoitos, etc.
  14. Providenciar a vedação ou selagem de rachaduras, frestas , vasos, fendas, que possam servir de abrigo para as baratas.

  15. Praticar limpezas úmidas, tantas vezes por dia quanto for necessário para manter desengordurados pisos e azulejos. Limpar cuidadosamente e regularmente os locais onde possam acumular poeira ou restos alimentares: fornos, armários, despensas, sob pias, etc.

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Escorpião

Biologia da praga

Cerca de 117 gêneros de escorpiões já foram identificados no mundo, os quais subdividem-se em cerca de 1.500 espécies. Embora sejam venenosos e peçonhentos, nem todas as espécies representam riscos à saúde pública. A picada é muito dolorosa, realizada através do ferrão que se localiza em sua extremidade final. Os escorpiões habitam áreas de clima quente, nas zonas tropicais e subtropicais, além de regiões áridas com muito pedregulho, que proporcionam esconderijo e proteção. Seu alimento preferido são as baratas, mas os grilos e as aranhas também são apreciados. Preferem caçar seu alimento do que recebê-lo morto, mas possuem uma particularidade importante: podem viver até um ano sem se alimentar. Desta forma, adaptam-se facilmente às condições adversas e conseguem sobreviver em esgotos, entulhos, pilhas de madeiras, pilhas de tijolos ou de telhas, cemitérios, abrigos nos domicílios, caixas de fiação elétrica, conduítes, entre outros.

Os escorpiões apresentam uma longevidade que varia entre três e quatro anos, período durante o qual geram de 15 a 30 filhos. O tityus serrulalus, o conhecido escorpião amarelho, se reproduz por partenogênese (não necessita do macho para procriar).

O veneno do escorpião pode matar crianças e idosos que estiverem com a saúde debilitada e o tratamento dever ser feito com soro anti-escopiônico. No Brasil, existem três espécies de maior importância : Tityus serrulatus (o escorpião amarelho), Tityus babienses e Tityus stignurus. É interessante saber que a toxicidade do veneno de um escorpião pode ser comparada com o tamanho de seus pedipalpos (o equivalente ao braço humano do escorpião); quanto mais robustos os pedipalpos, menos o escorpião utiliza-se do veneno para com suas presas e quanto menores eles forem, mais o veneno do escorpião pode ser letal às suas presas.

O veneno do Tityus serrulatus (escorpião amarelo), que parece ser o veneno mais tóxico de todos os escorpiões da América do Sul, age sobre o sistema nervoso periférico dos humanos, causando dor, pontadas, aumentando a pulsação cardíaca e diminuindo a temperatura corporal. Estes sintomas, devido ao seu peso corporal, são mais acentuados em crianças, e devido às condições físicas, aos idosos. Todos os escorpiões são venenosos, porém apenas 25 espécies podem ser mortais aos humanos.

Como possuem hábitos noturnos são mais facilmente observados à noite e, para localizá-los, a melhor maneira é fazer uso de uma lanterna de luz ultravioleta, que se reflete nos escorpiões e os torna visíveis, facilitando sua perseguição e captura.

Medidas preventivas para o controle

  1. Manter Limpos jardins, quintais e arredores, aparando a vegetação com frequência;
  2. Limpar periodicamente, terrenos baldios próximos;
  3. Não acumular lixo de varredura: folhas secas, gravetos e cascalhos;
  4. Vedar frestas de portas, janelas e muros, impedindo a entrada destas pragas, principalmente ao anoitecer;

  5. Evitar que as paredes fiquem sem reboco, pois os buracos dos tijolos servem com esconderijo;
  6. Manter alimentos bem embalados de modo a evitar infestação de baratas cuja presença atrai escorpiões;
  7. Manter fechados armários e gavetas.
  8. Examinar roupas e calçados antes de usá-los, principalmente quando tenham ficado expostos ou espalhados pelo chão;
  9. Guardar brinquedos em caixas plásticas e não deixa-los espalhados pelo chão;
  10. Embalar o lixo e coloca-lo, preferencialmente, em lixeiras altas longe do chão;
  11. Verificar a noite antes de dormir preferencialmente com uso de uma lanterna de luz ultra violeta os prováveis locais de saída como ralos, além de lençóis, travesseiros e cortinas.

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Broca de Madeira



Biologia da praga


As brocas são freqüentemente confundidos com os cupins, especialmente com os cupins de madeira seca, por também expelirem resíduos (pó) das peças atacadas.
As brocas cujos adultos são os besouros, pertencem à ordem dos Coleópteros e diferentemente dos cupins, as brocas de madeira não são insetos sociais. Uma madeira atacada por brocas pode conter dezenas ou centenas de indivíduos, entretanto cada um vive independentemente dos outros.
O desenvolvimento pós-embrionário, período que vai desde a eclosão dos ovos até o indivíduo adulto, é também diferente entre esses dois grupos de insetos. O desenvolvimento pós-embrionário nas brocas de madeira compreende quatro estágios: ovo, larva, pupa e adulto.
A metamorfose, ou seja, a transformação da larva, inseto imaturo, em adulto, dá-se em uma fase específica do desenvolvimento, denominado de pupa e, no caso desses insetos é uma transformação total, originando um adulto completamente diferente do estágio larva.
O ataque por brocas de madeira se inicia quando a fêmea adulta deposita seus ovos na madeira. Desses ovos eclodem as larvas que irão se alimentar daquele substrato até atingirem o estágio de pupa quando, então, se transformam em adultos. A fase larval é a mais longa da vida do inseto e a principal responsável pelos danos causados à madeira.
Uma vez transformados em adultos, e essa transformação dá-se, regra geral, próximo à superfície, os insetos perfuram a madeira e saem para o meio externo. Fora da madeira, machos e fêmeas se encontram, se acasalam, se as fêmeas voltam a depositar seus ovos ou na mesma peça de madeira ou em outra.
A época em que os adultos saem da madeira é quando, mais facilmente, percebemos o ataque. Observa-se um orifício em torno no qual, ou nas suas proximidades, encontramos acumulada um serragem, também denominada de resíduo ou pó de broca, e que é resultante da escavação feita pelo adulto para sair da madeira.
A madeira seca, apresentando teores de umidade abaixo de 30%, é a condição da maioria das madeiras em uso pelo homem. Insetos das famílias Anobilidae e Lyctidae são as principais brocas que atacam a madeira nessas condições. Como pretendemos enfatizar o problema de brocas-de-madeira em mobiliário, é sobre esses dois grupos de brocas que a seguir, trataremos com mais detalhes.


Medidas preventivas para o controle


  1. Utilizar madeiras mais resistentes ao cupim como : peroba do campo, peroba rosa, jacarandá, pau ferro, braúna, gonçalo alves, sucupira, copaiba, orelha de moça, roxinho e maçaranduba.
  2. Colocar telas com malha de 1,6 mm em portas, janelas, basculantes e outras aberturas para evitar a entrada de cupins, durante as revoadas nupciais.  
  3. Evitar estocagem inadequada de madeiras e seus derivados, principalmente em locais úmidos.  
  4. Vistoriar periodicamente, rodapés, forros, armários, estantes, esquadrias e outras estruturas de madeira, a fim de detectar qualquer início de infestação, facilitando o controle.  
  5. Retirar o madeiramento usado durante as obras imediatamente após o término das mesmas, a fim de evitar possíveis infestações no imóvel  
  6. Retirar e destruir madeiras infestadas, preferencialmente, queimando-as em lugares adequados.  
  7. Em bibliotecas e arquivos, usar, sempre que possível, estantes metálicas.
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Cupim de Solo



Biologia da praga


O cupim é um inseto predador que se alimenta basicamente de estruturas ricas em celulose, encontrada em madeira, papel, telas, tecidos, gesso e alvenaria.
Esses insetos vivem em colônias (cupinzeiros) e, a exemplo das abelhas e das formigas, são socialmente organizados: reis, rainhas, soldados e operários.
Na primavera e no outono ocorrem as revoadas que dão lugar a novos cupinzeiros. Após voarem os siriris ou aleluias, saem em revoadas, para acasalar, caem ao solo, se livram das asas, e aos pares, procuram locais apropriados para o acasalamento e a implantação de novos cupinzeiros.
Toda madeira está sujeita ao ataque de insetos xilófagos (insetos deterioradores de madeira) desde o corte da árvore até o seu uso final como móveis, batentes, portas, telhados, etc. Devido ao aumento das áreas urbanas, e a adaptação de algumas espécies de cupim de solo a esses locais, está ocorrendo um aumento significativo dos estragos e prejuízos que esses insetos vem causando à população.

Uma colônia de cupim de solo é uma sociedade bem organizada em castas de indivíduos: Rei, Rainha, Operários, Soldados, ninfas e reprodutores.
Rainha - É a principal reprodutora da colônia chegando a medir 4 centímetro, oito vezes mais que um cupim operário e de seu volumoso abdômen, saem diariamente até 80 mil ovos.
Ninfa - Uma parte das larvas se transforma em ninfas. Nesse estágio, são indivíduos brancos e moles. As ninfas podem virar um rei e uma rainha ou reprodutores secundários, que substituem o casal real quando este morre.
Operário - É a casta mais populosa do ninho, seu tamanho é em torno de 5 mm. Cego e estéril, o operário procura comida, constrói túneis, cuida da limpeza e etc.
Soldado - Com um porte maior que o operário, cerca de 6 mm, protege o ninho contra invasores. Alguns têm poderosas mandíbulas para esmagar e cortar os adversários. A cabeça dura e volumosa pode obstruir os túneis da colônia impedindo a invasão de inimigos.
Alado - Estágio em que as ninfas ganham asas. São os siriris ou aleluias, em certas épocas do ano, saem em revoadas de até 300 metros na busca de um parceiro para acasalar. Daí criam um novo cupinzeiro e recomeçar a infestação.


Medidas preventivas para o controle


  1. Utilizar madeiras mais resistentes ao cupim como : peroba do campo, peroba rosa, jacarandá, pau ferro, braúna, gonçalo alves, sucupira, copaiba, orelha de moça, roxinho e maçaranduba.  
  2. Colocar telas com malha de 1,6 mm em portas, janelas, basculantes e outras aberturas para evitar a entrada de cupins, durante as revoadas nupciais.  
  3. Evitar estocagem inadequada de madeiras e seus derivados, principalmente em locais úmidos.  
  4. Vistoriar periodicamente, rodapés, forros, armários, estantes, esquadrias e outras estruturas de madeira, a fim de detectar qualquer início de infestação, facilitando o controle.  
  5. Retirar o madeiramento usado durante as obras imediatamente após o término das mesmas, a fim de evitar possíveis infestações no imóvel.  
  6. Retirar e destruir madeiras infestadas, preferencialmente, queimando-as em lugares adequados.  
  7. Em bibliotecas e arquivos, usar, sempre que possível, estantes metálicas.
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Cupim de Madeira Seca



Biologia da praga


Cupim de madeira seca infestar estruturas e objetos de madeira com baixo teor de umidade. As colônias são relativamente menos populosas, chegando a ter algumas centenas de indivíduos, quando comparadas as de alguns cupins de solo, que podem conter milhões de indivíduos. Não há operários verdadeiros, sendo as tarefas gerais realizadas pelos “pseudo-operários” . Os soldados desta espécie tem a cabeça bem escura e fragmótica, isto é, há uma modificação da região anterior, formando uma região mais achatada ou escavada com a qual o inseto pode obstruir um orifício. Como em outras espécies do gênero, as colônias estabelecidas em peças mais longas de madeira, as galerias e as cavidades (câmaras) estendem-se na direção das fibras e dispõem-se mais ou menos concentricamente, segundo os anéis de crescimento, quando existem.
As passagens entre as câmaras são bem estreitas, mas as paredes vão sendo corroídas e as câmaras então aumentadas podem estar vazias ou repletas de grânulos fecais que constituem o famoso “pó de cupim”. Este grânulo terá cor diferente dependendo da madeira consumida , pois é o resto do processo digestivo . O pó de formato granuloso típico nos cupins de madeira seca, não deve ser confundido com o pó finíssimo, parecendo talco, expelido por espécies de besouros também xilófagos, chamadas popularmente de “brocas”. Enquanto o interior vai sendo consumido a superfície da madeira permanece intacta, podendo ficar apenas um finíssima camada facilmente perfurada com a pressão de um dedo. Na superfície de uma peça infestada há sempre pequenos orifícios circulares por onde os cupins eliminam os grânulos fecais, não, de forma contínua, mas intermitentemente. Também por estas aberturas podem sair alados na ocasião das revoadas. Alguns orifícios podem ser obstruídos pêlos cupins com matéria fecal líquida que depois endurece, formando um tampão sólido. Esta espécie também pode atacar além de madeira, muitos outros materiais como por exemplo papel, isopor e até mesmo rolhas de vinhos em adegas.


Medidas preventivas para o controle


  1. Utilizar madeiras mais resistentes ao cupim como : peroba do campo, peroba rosa, jacarandá, pau ferro, braúna, gonçalo alves, sucupira, copaiba, orelha de moça, roxinho e maçaranduba.  
  2. Colocar telas com malha de 1,6 mm em portas, janelas, basculantes e outras aberturas para evitar a entrada de cupins, durante as revoadas nupciais.  
  3. Evitar estocagem inadequada de madeiras e seus derivados, principalmente em locais úmidos.  
  4. Vistoriar periodicamente, rodapés, forros, armários, estantes, esquadrias e outras estruturas de madeira, a fim de detectar qualquer início de infestação, facilitando o controle.  
  5. Retirar o madeiramento usado durante as obras imediatamente após o término das mesmas, a fim de evitar possíveis infestações no imóvel.  
  6. Retirar e destruir madeiras infestadas, preferencialmente, queimando-as em lugares adequados.  
  7. Em bibliotecas e arquivos, usar, sempre que possível, estantes metálicas.
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Caramujo



Biologia da praga



O Caramujo Gigante Africano (Achatina fulica), cujos adultos chegam a medir de 15 a 20 cm de comprimento, de 10 a 12 cm de altura e pesam cerca de 200 g, foi introduzido em diversos países pelo próprio homem, tornou-se uma praga de diversas culturas, jardins e hortas. No Brasil não possui predadores naturais. O Caramujo africano foi trazida de outros países por criadores de escargots, sem qualquer critério de avaliação do seu impacto ambiental, caso o animal fugisse do cativeiro. Em vários países em que foi introduzido, numerosos esforços são dispensados para controlar esta praga.

Medidas preventivas para o controle


  1. Para evitar que os caramujos africanos presentes em propriedades vizinhas cheguem ao seu terreno, prepare uma mistura de sabão em pó e água, formando uma calda forte, e espalhe sobre o muro. Refaça esse procedimento a cada 3 semanas ou após cada chuva.
  2. Para ingerir verduras, frutas ou legumes de plantações que suspeite apresentar a presença de caramujos africanos: Observe se as folhas e frutos estão inteiros, ou seja, se não foram comidos por caramujos. Despreze os vegetais que tiveram contato com os caramujos. Deixe as verduras, frutas e legumes mergulhados em uma mistura contendo 01 colher (sopa) de água sanitária para 01 litro de água, durante trinta minutos. Enxágüe muito bem antes de comer.  
  3. A simples manipulação desses moluscos vivos pode causar contaminação, pois dois tipos de microorganismos perigosos são encontrados em sua secreção. Um deles é o Angiostrongytus costaricensis, causador da angiostrongilíase abdominal, doença que pode resultar em morte por perfuração intestinal, peritonite e hemorragia abdominal. Os sintomas são dor abdominal, febre prolongada, anorexia e vômito. O outro é o Angiostrongylos cantonensis, causador da angiostrongilíase meningoencefálica humana, que tem como sintomas dor de cabeça forte e constante, rigidez na nuca e distúrbios do sistema nervoso.
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Caruncho



Biologia da praga



Os carunchos são besouros que atacam os produtos armazenados como feijão, arroz, trigo, milho, farinhas e farelos, chás e outros produtos desidratados. Infestam também produtos industrializados como massas (macarrão), rações de animais e biscoitos.
A ação desses insetos nos produtos armazenados deprecia o produto qualitativamente e quantitativamente, causando perda de peso, depreciação do produto para consumo e perda do valor comercial. Esses insetos ao infestarem produtos armazenados encontram alimento fácil em quantidade e qualidade, abrigo, temperatura e umidade favoráveis. Possuem elevado potencial reprodutivo e alta capacidade adaptativa.


Medidas preventivas para o controle


  1. Limpe os armários com frequencia.  
  2. Eveite guarda alimentos aberto.  
  3. Elimine alimentos vencidos.  
  4. Evite limpar os armários com pano úmido, use uma planela seca.
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Camundongo



Biologia da praga



Os Camundongos (Mus musculus) é o menor dos roedores domésticos. Tem tamanho aproximado de 18 cm, sendo 9 cm de corpo e 9 cm de cauda. Seu peso é aproximadamente de 15 gramas. O corpo é pequeno e delicado, revestido com pelos de coloração acinzentada. As orelhas são proeminentes e os olhos são vivos e salientes. As fezes são pequenas, finas e com as pontas afiladas, podendo ser confundidas com as fezes de baratas.


Medidas preventivas para o controle



  1. Limpar diariamente, antes do anoitecer, os locais de refeições e preparo de alimento. Determinar um local comum para refeições e colocar os restos de alimentos em recipientes fechados.  
  2. Recolher os restos em recipientes adequados, preferencialmente, sacos plásticos, que deverão ser fechados e recolhidos pelo serviço de coleta urbana.  
  3. Colocar sacos e caixas sobre estrados com altura mínima de 40 cm, afastados uns dos outros e das paredes, deixando espaçamentos que permitam uma inspeção em todos os lados.  
  4. Não acumular objetos inúteis ou em desuso.  
  5. Não utilizar terrenos baldios ou outras áreas a céu aberto para vazamento de lixo.  
  6. Manter ralos e tampas de bueiros firmemente encaixados.  
  7. Remover e não permitir que sejam feitos amontoados de restos de construções, lixo, galhos, troncos ou pedras.  
  8. Buracos e vãos entre telhas devem ser vedados com argamassa adequada.  
  9. Colocar telas removíveis em abertura de aeração, entradas de condutores de eletricidade ou vãos de adutores de qualquer natureza.
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Carrapato


Biologia da praga


Os carrapatos são vermelhos é bastante comum em nossa residência, parasitando cachorros e podendo também infestar outros animais como coelhos, bovinos, cavalos, ovelhas e até morcegos. Para poder reproduzir-se, a fêmea precisa de sangue e seu cachorro é um de seus hospedeiros favoritos. O carrapato espreita em zonas com bastante vegetação, jardins, parques, terrenos baldios. Assim, seu cachorro deve encontrá-los facilmente quando sai para passear.  

Medidas preventivas para o controle


  1. Retirar o acúmulo de poeira e detritos em frestas de assoalho, carpete, tapetes etc...  
  2. Manter o assoalho e as junções do rodapé, calafetados e encerados, pois a cera tem efeito desalojante.  
  3. Adotar medidas de prevenção e controle de roedores, para evitar instalação por carrapatos provenientes dos mesmos.  
  4. Cuidar da higiene dos cães, gatos e outros animais domésticos, mantendo sempre limpos seus locais de repouso.
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Formiga



Biologia da praga


As formigas tem sucesso em uma grande quantidade de ambientes, pois podem utilizar-se de uma grande variedade de alimentos. Elas freqüentemente se alimentam de diversos produtos afim de aproveitar os recursos disponíveis no ambiente em que vivem.
Elas utilizam uma grande variedade de plantas e matérias animais, mas muitas espécies mostram preferência por alimentos ricos em açúcar, carboidratos, óleos e proteínas. Algumas espécies são predadoras eficientes de outros insetos e aranhas e mais de 30% da dieta das formigas é oriunda de artrópodos. As operárias não se alimentam de sólidos, mas usam suas mandíbulas para quebrar alimento sólido e aproveitar os líquidos oriundo destes. Os alimentos líquidos são armazenados em um papo que posteriormente é passado para outras operárias, larvas, e rainha(s). Este fenômeno de transferência de alimento é denominado trofalaxia.
Larvas de estágios mais avançados podem digerir alimento sólido. As operárias oferecem pedaços de alimentos que são depositados em uma bolsa infrabucal. As larvas regurgitam enzimas digestivas que digerem o sólido tornando-o líquido. As operárias coletam este alimento digerido e passam por trofalaxia para as demais membros da colônia. O alimento fornecido para as operárias é rico em proteínas e óleos, já as operárias alimentam-se de substâncias ricas em açúcares e carboidratos. As preferências alimentares podem estar relacionadas com eventos que ocorrem na colônia, tais como vôo nupcial, produção de cria ou preparação para um inverno rigoroso.

Medidas preventivas para o controle


  1. Recolher restos de alimentos e qualquer outro tipo de lixo em recipientes adequados.
  2. Vedar frestas de pisos, azulejos, portais e de outros locais que ofereçam condições de abrigo para as formigas.  
  3. Não acumular madeira em locais úmidas.  
  4. Observar a presença de formigueiros em vasos de plantas e jardineiras.  
  5. Excluir a prática de fazer pequenos lanches na mesa de trabalho, protegendo os teclados dos computadores das migalhas de pão, biscoitos, etc...
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Lacraia



Biologia da praga



As lacraias ou centopéias são animais terrestres, de vida solitária e carnívoros, alimentando-se principalmente de minhocas, vermes, grilos, baratas, etc. A presa é detectada, e muitas vezes imobilizada, através da inoculação do veneno.
Os esconderijos proporcionam proteção não apenas contra possíveis predadores, mas também contra a desidratação. Possuem hábitos noturnos e alojam-se sob pedras, cascas de árvores, folhas no solo e troncos em decomposição, ou constróem um sistema de galerias, contendo uma câmara onde o animal se esconde. Podem também ser encontradas em hortas, entulhos, vasos, xaxins, sob tijolos, enfim, em qualquer parte da casa que não receba luz solar e seja úmida.
As lacraias ou centopéias, são animais peçonhentos, uma vez que possuem glândula inoculadora de veneno e podem produzir acidentes dolorosos. Na maioria dos acidentes, em geral ocorridos na manipulação de objetos onde este animal estava escondido, o quadro não é grave, variando de acordo com o número de picadas, e da hipersensibilidade ao veneno por parte da vítima.

Medidas preventivas para o controle


  1. Manter limpos os jardins, quintais e arredores, aparando a vegetação com freqüência.  
  2. Limpar periodicamente terrenos baldios dos arredores.  
  3. Não acumular lixo de varredura - folhas secas, gravetos e cascalhos.  
  4. Vedar frestas em portas, janelas e muros, impedindo a entrada de lacraias, principalmente ao anoitecer.  
  5. Evitar que as paredes fiquem sem reboco, pois os buracos em tijolos servem de locais de abrigo para as lacraias.
  6. Manter alimentos bem embalados de modo a evitar infestação de baratas, cuja a presença atrai lacraias.  
  7. Manter fechado armários e gavetas.  
  8. Examinar roupas e calçados e antes de usá-los, principalmente quando tenham ficado expostos ou espalhados pelo chão.
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Mosca



Biologia da praga



A mosca doméstica tem de 7 a 9 mm de comprimento, apresenta cor acizentada não metálica, 4 faixas escuras longitudinais no tórax e abdômen desenhado por manchas características. Seu aparelho bucal é do tipo lambedor-sugador, tem um par de palpos labiais, seus olhos compostos (4.000 facetas hexagonais) ocupam a maior parte da cabeça, sendo internamente afastados entre si nas fêmeas e internamente próximos nos machos. Vale ressaltar que a visão da mosca é abrangente, mas não nítida. A imagem é percebida como um complexo mosaico. As moscas fêmeas adultas são fecundadas pelos machos um ou dois dias após o seu nascimento. No dia seguinte à cópula, desovam em matéria orgânica em decomposição, quente e úmida, exposta à luz, cujos gases liberados apresentam um odor atrativo para as mesmas. São orientadas para o local de postura através dos órgãos olfativos situados nas antenas. Cada postura apresenta de cem a cento e cinqüenta ovos. Os ovos são fusiformes, pequenos e brancos, depositados em grupos. As moscas realizam cinco a seis posturas por vida adulta. Devido as fezes acumuladas poderem provocar doenças respiratórias, devem ser colhidas com um aspirador de pó ou bem umedecidas com água para não ocorrer suspensão de partículas. Quando os ovos eclodem, surgem as larvas, que passam por três estágios de desenvolvimento. As larvas são ápodes e vermiformes. As larvas mais jovens são encontradas na porção mais profunda do meio de criação, enquanto as maiores acham-se próximas à superfície mais seca do substrato. A larva de 3º estágio se contrai e escurece sua pele, formando uma cápsula imóvel chamada pupário, no interior da qual se encontra a pupa. A mosca adulta, completamente formada, rompe o pupário, fechando, o ciclo, que dura de 10 a 12 dias, dependendo das condições climáticas. As moscas exploram seu ambiente, movimentando-se intensamente. São atraídas e orientadas pelo odor e pela umidade, ao acaso. O cheiro de dióxido de carbono, amônia e outros gases exalados no processo de decomposição da matéria dos órgãos gustativos situados nas pernas e através da probóscida ou tromba. O alimento líquido é sugado, enquanto o alimento sólido é umedecido através de minúsculos dentes situados na probóscida. As moscas domésticas podem sobreviver por um longo período, tendo como dieta alimentar única uma fonte de carboidrato, como o açúcar. No entanto, as fêmeas requerem uma fonte de proteína, geralmente encontrada no leite, para maturação dos ovos. São insetos de atividade diurna, podendo repousar dentro ou fora das edificações, dependendo da temperatura. Repousam em superfícies longas e estreitas, em vegetação, normalmente acima de 2 metros no nível do chão, em locais protegidos de vento. Voam a uma velocidade de 6 a 8 Km/h, tendo um raio de ação de 100 a 500 m do criadouro. A dispersão pode ser intermediada pelos meios de transporte, sendo introduzidas em países e continentes novos como espécies exóticas.

Medidas preventivas para o controle


  1. Manter alimentos guardados em recipientes fechados.  
  2. Recolher restos de alimentos e qualquer outro tipo de lixo em recipientes adequados.  
  3. Limpar diariamente os locais de refeição e preparo de alimentos.  
  4. Não vazar lixo a céu aberto.  
  5. Telar janelas, portas e instalar cortinas de vento .  
  6. Desobstruir valas que retenham resíduos orgânicos e sirvam de atrativo para a proliferação de moscas.
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Mosca de Banheiro



Biologia da praga



Também conhecidas por moscas dos filtros. São aquelas comumente encontradas no banheiro das residências. Os adultos são pequenos, variando de 3 a 5 mm de comprimento, de coloração enegrecida e não têm a capacidade de picar. Não existem registros de doenças transmitidas ao ser humano por estas mosquinhas. Tamanho de 1,5 a 5 mm, coloração acinzentada, com longevidade de 2 semanas. O adulto costuma voar não muito longe do local infestado, que geralmente é um ralo. As infestações mais freqüentes são nas tubulações dos encanamentos, em especial os que têm muito material orgânico. Geralmente é encontrada próximo ao ralo do chuveiro.

Medidas preventivas para o controle



  1. Retirar a tampa do ralo, escovar as paredes do encanamento e aplicar uma solução de água com sabão em pó a 10% pode minimizar o problema.  
  2. Água bem quente também pode ser aplicada
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Mosquito



Biologia da praga



São dípteros que se caracterizam por apresentar o corpo bastante delgado e pernas longas. A maioria das espécies são hematófagas, isto é, sugadoras de sangue, hábito de exclusividade das fêmeas, que utilizam da composição sanguínea para o desenvolvimento de seus ovos, O mosquito passa por quatro estágios de desenvolvimento: ovo, larva, pupa e adulto. Os primeiros três estágios ocorrem na água. Os ovos são colocados de diversas formas, o que facilita sua identificação. As larvas dos mosquitos são todas aquáticas. São encontradas em água remansa em lagos, brejos, poças, margens de riachos, pneus velhos, latas e etc. A fase seguinte e pupal, é o período onde ocorrem profundas modificações. Nesta fase, o mosquito transforma-se completamente, adquirido a aparência adulta.

Medidas preventivas para o controle


  1. Evitar água parada.  
  2. Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.  
  3. Manter totalmente fechados cisternas, caixas d´água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.  
  4. Furar pneus e guardá-los em locais protegidos da chuvas.  
  5. Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água.  
  6. Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixados de banheiros e cozinhas, não permitindo acúmulo de água.
  7. Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações.  
  8. Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.  
  9. Não acumular latas, pneus e garrafas.  
  10. Encher com areia ou pó de pedra poços desativados.  
  11. Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos.  
  12. Não cultivar plantas aquáticas.
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Morcego



Biologia da praga



Os morcegos são os únicos mamíferos que voam e nem todos se alimentam de sangue. São animais de hábitos noturnos, geralmente vivem em colônias e habitam locais de pouca ou nenhuma luz. Existem vários tipos de morcegos. A principal diferença entre eles está em seus hábitos alimentares. Alguns se alimentam de insetos, outros de pequenos animais, outros ainda de frutas e os chamados hematófagos ou "vampiros" que se alimentam de sangue animal e eventualmente de sangue humano.
Os morcegos são transmissores de algumas doenças, como:


  • Raiva - Doença mortal causada pela mordedura desses animais;
  • Histoplasmose - Doença infecciosa provocada pela inalação de partículas presentes nas fezes ressecadas desses animais e que se espalham como poeira;
  • Salmonelose - Doença infecciosa causada pela ingestão de alimentos ou uso de objetos contaminados pelas fezes de morcegos. 


Algumas medidas podem ser tomadas para prevenir a presença de morcegos no ambiente, tais como iluminar áreas externas das residências, colocar telas nos vãos, janelas e buracos, fechar ou vedar porões, pisos falsos e cômodos pouco utilizados, que possam permitir o alojamento dos mesmos.


Medidas preventivas para o controle



São muitas as razões para preservar os morcegos :

  1. São grandes controladores de insetos. Algumas espécies ingerem 200 ou mais insetos em apenas uma hora de vôo.  
  2. São responsáveis pela formação de florestas. Ao ingerir um fruto, um morcego deixa cair as sementes distante do local original, onde nascerá nova árvore. Mais de 500 pequenas sementes podem ser transportadas por um único morcego a cada noite.  
  3. Ajudam na reprodução de mais de 500 espécies de plantas, visitando as flores, como fazem, de dia, os beija-flores, transportando o pólen de flor em flor.  
  4. Há morcegos que se alimentam de pequenos animais, incluindo os roedores, que tanto prejuízo trazem à agricultura.  
  5. São largamente utilizados em pesquisas, incluindo a ação de medicamentos que, no futuro, serão empregados em benefício do homem.  
  6. As fezes de morcegos constituem excelente adubo que são largamente explorados, até no desenvolvimento de adubos sintéticos  
  7. Os morcegos tem sido analisados na utilização do sonar que poderá auxiliar o homem.  
  8. A saliva do morcego vampiro, por ter forte ação anticoagulante, poderá ser largamente empregada para tratamento de várias doenças vasculares.  
  9. Morcego é um importante elo na cadeia alimentar, seu desaparecimento poderá resultar em desequilíbrio e os inconvenientes resultantes poderão ser piores que os causados pela sua simples proximidade.  
  10. Os morcegos são espécies silvestres e, no Brasil, estão protegidos pela Lei de Proteção à Fauna. Sua perseguição, caça ou destruição são consideradas como crime.
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Percevejo



Biologia da praga



Os percevejos se alimentam do sangue das pessoas e de outros animais hospedeiros, como morcegos e pássaros, e sempre existiram. O Cimex lectularius, é o que mais comumente ataca seres humanos. Conhecida como percevejo-de-cama, essa espécie ganhou esse nome porque se alimenta principalmente quando seu hospedeiro está dormindo, então a área de dormir (uma cama ou sofá) é a mais comum para que esses pequenos insetos se escondam, se alimentem ou depositem seus ovos (até cinco por dia). Poltronas, cadeiras estofadas, estrados de cama, fendas nas paredes e molduras, pilhas de roupa, buracos no teto para lustres e praticamente qualquer área escura e protegida são, porém, ótimas moradias para os percevejos. Geralmente, eles costumam preferir madeira em vez de metal. Os adultos têm apenas 0,64 cm de comprimento e são bastante achatados, então podem entrar em quase qualquer lugar. Os mais novos dificilmente podem ser vistos a olho nu. O percevejo tem uma camada externa em forma oval através da qual muitas vezes é possível ver o sangue de seu hospedeiro como um ponto escuro debaixo da superfície. Como muitos outros insetos, eles inserem uma extensão da "boca" parecida com uma seringa na pele do hospedeiro. Os percevejos-de-cama, na verdade, não têm preferência por uma parte específica do corpo: eles irão atacar qualquer parte exposta da pele. Pode levar algo em torno de três a dez minutos para que o percevejo fique satisfeito O hospedeiro quase nunca acorda enquanto está sendo picado. A picada deles é mais irritante do que realmente nociva, já que o inseto não transmite doenças para os humanos. Quando eles perfuram a pele com seus aparelhos bucais para sugar sangue, porém, liberam um pouco de saliva na pele machucada, e com o passar do tempo a exposição constante à saliva pode resultar em uma reação alérgica a picadas. Na maioria das vezes, isso significa mais coceira e inchaço do que se você tivesse sido picado por um pernilongo. As picadas ou a exposição à saliva não provocam reações alérgicas em algumas pessoas.

Medidas preventivas para o controle


  1. Manter a casa sempre limpa é a forma mais adequada para prevenir e controlar esta praga.  
  2. Retire periodicamente os colchões para banho de sol ou lavagem.  
  3. Passe sempre o aspirador de pó, utilizando o bico adequado para frestas, nos locais de difícil acesso para a vassoura ou espanador.
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Pulga



Biologia da praga


A pulga, essa criaturinha minúscula, pode pôr até 2.000 ovos em sua vida. Esses ovos passam por uma série de transformações que chamamos de ciclo da pulga. É importante saber alguma coisas a respeito das fases da pulga para entender como ocorre a reinfestação. CICLO DA PULGA Em seu ciclo, a pulga assume quatro formas: Ovos - Apesar de serem depositados na pelagem do hospedeiro (um cachorro), os ovos não aderem nem à pele nem aos pêlos do cachorro. Como são escorregadios, eles caem logo no chão, ficando nas frestas do piso, cerdas dos tapetes e carpetes do ambiente. Portanto, podem ser encontrados em qualquer lugar por onde passe um cachorro infestado por pulgas. Os ovos da pulga adulta se transformam em larvas Larva - As larvas de pulgas evitam a luz, se movimentando para baixo. Portanto, ficam bem escondidas num nível mais profundo dos tapetes, frestas e camas dos cachorros, assim como os ovos. Ao eclodirem, elas passam por duas mudas (transformações) e depois se transformam em pupas. A larva madura transforma-se em pupa. Pupa - Pouco falamos nesta forma, mas ela é muito importante! A pupa é uma forma dentro de um casulo capaz de sobreviver no ambiente por mais de 6 meses. Por ser viscoso, o casulo é rapidamente coberto com resíduos do ambiente que servem para camuflá-lo. A pupa também se esconde da luz e na maioria das vezes fica tão escondida que por mais que se limpe a casa ou utilize aspirador de pó,é muito difícil acabar com ela. Pulga Adulta - A pulga adulta é a que vemos geralmente no cachorro. Ela também pode estar na casinha, na cama ou na coberta do cachorro. A pulga põe ovos e se alimenta de sangue, sendo que sua preferência é pelo sangue dos cachorros que é mais quente que o do ser humano. Ao contrário das larvas, as pulgas recém-eclodidas se movem em direção à luz, ou seja, para a parte superior dos pêlos dos tapetes e da cama dos animais e ficam à espera de um hospedeiro, por exemplo, um cachorro. Também podem subir em capas de sofás, pernas de cadeiras, cortinas e outros móveis.

Medidas preventivas para o controle


  1. Retirar o acúmulo de poeira e detritos em frestas de assoalho, carpete, tapetes etc...  
  2. Manter o assoalho e as junções do rodapé, calafetados e encerados, pois a cera tem efeito desalojante.  
  3. Adotar medidas de prevenção e controle de roedores, para evitar instalação por pulgas provenientes dos mesmos.  
  4. Cuidar da higiene dos cães, gatos e outros animais domésticos, mantendo sempre limpos seus locais de repouso.
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Pombo



Biologia da praga



As pombas domésticas (Columba livia) são originárias do continente Europeu, e foram introduzidos na América do Sul por volta do século XVII. Desde então se fazem presentes em grande número no ambiente urbano, graças à sua grande facilidade de adaptação e reprodução. Apesar de simbolizarem a Paz, as pombas são consideradas pragas urbanas devido a sua característica obnóxia, justamente pelo fato de serem hospedeiros de diversos organismos que causam prejuízos à nossa saúde. Além disso, as pombas causam danos materiais decorrentes da deposição de suas fezes nos mais diversos tipos de construções, em materiais industrializados, em depósitos de maquinarias.

Medidas preventivas para o controle:




  1. Suspensão de toda fonte de alimento, voluntário ou involuntariamente fornecido aos pombos, o que inclui promover a educação sanitária dos freqüentadores do local e destinar adequadamente os resíduos de alimentos e, principalmente, coibir a ação dos provedores de alimentos para os pombos;  
  2. Dissuasão do pouso em superfícies que possam ser usadas como poleiros (parapeitos, beirais das fachadas, externas ou internas, em edifícios, vigas e caibros de telhados);  
  3. Vedação dos acessos a forros, desvãos, varandas, áreas de serviço, utilizados para edificação e como abrigo, diurno ou noturno, por meio de tapumes, telas ou redes;  
  4. Destruição sistemático dos ninhos ativos e inativos encontrados;  
  5. Uso de repelentes auditivos, tais como explosões de fogos de arifício, chocalhar de latas de alumínio, instrumentos que emitam sons alarmantes, aparelhos de utra-sons, ou vozes dos predadores de pombos;  
  6. Limpeza e desinfecção das áreas freqüentadas pelos pombos, inclusive dos locais de pouso e nidificação. Destaca-se que o encarregado por essas ações deve usar máscara protetora e umedecer previamente os dejetos ressequidos antes de raspá-los.
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Rato de Telhado



Biologia da praga



O Rato de Telhado (Rattus rattus), são menores do que as ratazanas, ágeis e possuem o focinho afilado. A cauda é mais longa do que o conjunto cabeça e corpo, possibilitando um melhor equilíbrio. A coloração varia entre o preto e o cinza escuro. As orelhas são grandes e proeminentes. As fezes são fusiformes, medindo cerca de 12 mm.

Medidas preventivas para o controle


  1. Limpar diariamente, antes do anoitecer, os locais de refeições e preparo de alimento. Determinar um local comum para refeições e colocar os restos de alimentos em recipientes fechados.  
  2. Recolher os restos em recipientes adequados, preferencialmente, sacos plásticos, que deverão ser fechados e recolhidos pelo serviço de coleta urbana.  
  3. Colocar sacos e caixas sobre estrados com altura mínima de 40 cm, afastados uns dos outros e das paredes, deixando espaçamentos que permitam uma inspeção em todos os lados.  
  4. Não acumular objetos inúteis ou em desuso.  
  5. Não utilizar terrenos baldios ou outras áreas a céu aberto para vazamento de lixo.  
  6. Manter ralos e tampas de bueiros firmemente encaixados.  
  7. Remover e não permitir que sejam feitos amontoados de restos de construções, lixo, galhos, troncos ou pedras.  
  8. Buracos e vãos entre telhas devem ser vedados com argamassa adequada.  
  9. Colocar telas removíveis em abertura de aeração, entradas de condutores de eletricidade ou vãos de adutores de qualquer natureza.
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Ratazana



Biologia da praga



As ratazanas (Rattus Norvegicus) é o mais comum dos roedores urbanos. Tem hábitos noturnos, sedentários e agressivos. Normalmente vivem nas áreas externas das residências. Abrigam-se em tocas (ninheiros) e galerias que cavam as fundações dos edifícios, em depósitos de lixo, nos jardins, à beira de córrego ou valas. A rede de esgoto ou de escoamento pluvial, também, serve como abrigo para estes roedores.

Medidas preventivas para o controle


  1. Limpar diariamente, antes do anoitecer, os locais de refeições e preparo de alimento. Determinar um local comum para refeições e colocar os restos de alimentos em recipientes fechados.  
  2. Recolher os restos em recipientes adequados, preferencialmente, sacos plásticos, que deverão ser fechados e recolhidos pelo serviço de coleta urbana.  
  3. Colocar sacos e caixas sobre estrados com altura mínima de 40 cm, afastados uns dos outros e das paredes, deixando espaçamentos que permitam uma inspeção em todos os lados.  
  4. Não acumular objetos inúteis ou em desuso.  
  5. Não utilizar terrenos baldios ou outras áreas a céu aberto para vazamento de lixo.  
  6. Manter ralos e tampas de bueiros firmemente encaixados.  
  7. Remover e não permitir que sejam feitos amontoados de restos de construções, lixo, galhos, troncos ou pedras.  
  8. Buracos e vãos entre telhas devem ser vedados com argamassa adequada.  
  9. Colocar telas removíveis em abertura de aeração, entradas de condutores de eletricidade ou vãos de adutores de qualquer natureza
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Traça



Biologia da praga



As traças são considerados importantes pragas em áreas urbanas, infestando roupas, papéis, tapeçarias, estofados, livros, frutas secas, grãos ou outros alimentos armazenados e muitos outros produtos manufaturados ou não. Na área urbana, podemos identificar três grupos distintos de traças, reunidos em duas Ordens: as conhecidas traças dos livros ou traças prateadas, classificadas na Ordem Thysanura; as traças das roupas e as traças de produtos armazenados, ambas pertencentes à Ordem Lepidoptera (mariposas e borboletas). São conhecidas também uma infinidade de traças-praga em culturas agrícolas, atacando hortaliças e frutos frescos, causando enormes prejuízos à agricultura. Existem, ainda, espécies de traças que se alimentam da cera dos favos produzida pelas abelhas, destruindo-os e causando grandes perdas aos criadores de abelhas melíferas.

Medidas preventivas para o controle


  1. Controlar ou eliminar pontos de umidade, tais como vazamentos de encanamentos.  
  2. Evitar acúmulo de jornais, livros e revistas velhas ou outras fontes de alimento.  
  3. Selar frestas e ranhuras na estrutura, onde estes insetos podem se abrigar.  
  4. Evitar a entrada de material proveniente de locais com histórico de infestação por traças (caixas de papelão, pilhas de livros, jornais, revistas, etc.).  
  5. Limpar periodicamente livros e outros materiais estocados que podem servir de alimento. Traças de roupas  
  6. Manter a casa sempre limpa é a forma mais adequada para prevenir e controlar as traças das roupas.  
  7. Nunca deixe roupas e tapetes empilhados em locais escuros por longo tempo.
  8. Retire-os periodicamente para banho de sol ou lavagem. Nunca guarde roupas usadas dentro do guarda-roupas.  
  9. Lave-as sempre antes de guardar e passe-as com ferro quente, pois os ovos serão mortos.  
  10. Passe sempre o aspirador de pó, utilizando o bico adequado para frestas, nos locais de difícil acesso para a vassoura ou espanador. Desta forma, os casulos são aspirados evitando danos e reinfestações
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